O sexteto do violonista mineiro Thiago Delegado, no projeto ChoraçoThiago Delegado preparou uma ótima surpresa para a plateia que foi ouvi-lo ontem (sábado, 30/4), no Sesc 24 de Maio, em São Paulo. Atração de mais uma noite do projeto Choraço, o violonista e compositor radicado em Belo Horizonte ofereceu uma bela seleção de choros assinados por compositores de Minas Gerais. Uma oportunidade rara de se ouvir um repertório praticamente desconhecido em outros estados do país.
Muito bem acompanhado, Thiago abriu a noite com “Cansei de Ser Enganado” – simpático choro de sua autoria, gravado em seu álbum “Viamundo” (2015). No repertório do show também entraram belezas de tradicionais chorões mineiros, como Belini Andrade, Tião do Bandolim e Godofredo Guedes (pai do compositor e cantor Beto Guedes). Ou ainda o grande Abel Ferreira, admirado nacionalmente há décadas, que também será homenageado pelo clarinetista Nailor Proveta, nesta quinta-feira (5/5).
O show “Choro Mineiro” também incluiu deliciosos choros assinados por integrantes do sexteto liderado por Thiago: “Hortência na Folia”, da flautista Marcela Nunes (em parceria com Renato Muringa); “Metafórico”, do clarinetista Caetano Brasil; e “Entre Harmonias e Meio Diminutos”, do cavaquinista Pablo Dias. Só pelos títulos dessas composições já se pode sentir um pouco da modernidade perseguida por esses talentosos instrumentistas mineiros.
Músico eclético, que começou a chamar atenção na noite de Belo Horizonte em rodas de choro, Thiago não deixou por menos. Também relembrou seu choro “Sarau pro Sr. Mozart”, dedicado ao violonista Mozart Secundino, referência do choro de Minas. E ainda homenageou outros dois craques da música instrumental mineira: Celso e Juarez Moreira, com seu choro “Lembrando Irmãos Moreira”. Que beleza de noite!
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Choraço: Thiago Delegado exibe em São Paulo a riqueza musical do choro mineiro
Marcadores: abel ferreira, belini andrade, caetano brasil, Celso Moreira, choraço, choro, choro mineiro, godofredo guedes, Juarez Moreira, marcela nunes, pablo dias, Thiago delegado, tião do bandolim | author: Carlos CaladoTributo: Instrumentistas mineiros homenageiam o crítico José Domingos Raffaelli
Marcadores: Célio Balona, Celso Moreira, Chico Amaral, Cléber Alves, Esdra “Nenén” Ferreira, Geraldo Vianna, instrumental, jazz, José Domingos Raffaelli, Juarez Moreira, Nivaldo Ornelas, Túlio Mourão | author: Carlos Calado
O violonista Celso Moreira abraça Raffaelli
Uma seleção de craques da música instrumental brasileira vai homenagear, no próximo dia 19 (quarta-feira, às 19h), o jornalista e crítico carioca José Domingos Raffaelli – um dos maiores experts em jazz e música instrumental do país.
No palco do SesiMinas, em Belo Horizonte, estarão Nivaldo Ornelas, Juarez Moreira, Célio Balona, Túlio Mourão, Celso Moreira, Esdra “Nenén” Ferreira, Chico Amaral, Cléber Alves, Paulo Braga, Kiko Continentino, Geraldo Vianna, André “Limão” Queiroz, Mauro Rodrigues, Enéias Xavier, Magno Alexandre, Cid Ornelas e Renato Saldanha, entre outros músicos mineiros. Com quase três horas previstas de duração, esse inédito concerto terá em seu programa composições instrumentais assinadas por esses músicos.
José Domingos Raffaelli, hoje com 75 anos, estreou como crítico musical no “Correio da Manhã”, na década de 1950. Escreveu sobre jazz e música instrumental no “Jornal do Brasil” e, posteriormente, em “O Globo”, além de colaborar com publicações estrangeiras e diversas emissoras de rádio. É autor do livro “Guia do Jazz em CD” (2002), em parceria com Luiz Orlando Carneiro.
Uma seleção de craques da música instrumental brasileira vai homenagear, no próximo dia 19 (quarta-feira, às 19h), o jornalista e crítico carioca José Domingos Raffaelli – um dos maiores experts em jazz e música instrumental do país.
No palco do SesiMinas, em Belo Horizonte, estarão Nivaldo Ornelas, Juarez Moreira, Célio Balona, Túlio Mourão, Celso Moreira, Esdra “Nenén” Ferreira, Chico Amaral, Cléber Alves, Paulo Braga, Kiko Continentino, Geraldo Vianna, André “Limão” Queiroz, Mauro Rodrigues, Enéias Xavier, Magno Alexandre, Cid Ornelas e Renato Saldanha, entre outros músicos mineiros. Com quase três horas previstas de duração, esse inédito concerto terá em seu programa composições instrumentais assinadas por esses músicos.
José Domingos Raffaelli, hoje com 75 anos, estreou como crítico musical no “Correio da Manhã”, na década de 1950. Escreveu sobre jazz e música instrumental no “Jornal do Brasil” e, posteriormente, em “O Globo”, além de colaborar com publicações estrangeiras e diversas emissoras de rádio. É autor do livro “Guia do Jazz em CD” (2002), em parceria com Luiz Orlando Carneiro.
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